Algumas horas se produzindo. Um encontro marcado que na
verdade nem estava afim, mas lembrei da parada do dinheiro na carteira na
virada do ano para atrair mais dinheiro no Ano Novo. Então fui lá só para
garantir minha sorte sentimental, já que a noite não prometia muita coisa mesmo.
Às vezes me pergunto por que deixo certas coisas acontecerem quando não estou
afim que elas aconteçam. Enfim, depois de me produzir com meu amigo gay, fomos
pra festa de réveillon do “povo”. Nossa quanta
gente, estranha, divertida, interessante e chata rs. Mas ou menos na ordem que
vi. Ir de carona pra festa tem suas vantagens. Você pode beber à vontade se
quiser, o que não é meu caso, e você não tem que se preocupar com
estacionamento. Pois bem, lá pelas duas da madruga (CHUVA) na verdade um
dilúvio. Táxi, não tinha um no nosso campo de visão disponível. Então fomos
nós, andando pela avenida, molhados, com frio e maquiagem derretendo na cara. A
princípio meu a migo gay parecia uma gazela saltitante no meio daquela chuvarada
toda. Depois ele queria morrer rs. A parte que mais gostei é claro, porque além
de tá puta de raiva, molhada, apertada, e com frio ainda tinha que aguentar a
biba que parecia estar no show da Xuxa. Agora a parte chata de estar de carona.
Sem táxi, nossa alternativa era ligar pro pai do meu amigo, que fez o favor de
não nos notar na pista e passou o retorno combinado, acho que uns 7 quilômetros
da festa que andamos pra ele não ter que pegar engarrafamento. E lá vamos nós
de novo. Mais uma hora na chuva e no frio enquanto o “pai” voltava pra nos buscar.
Essa foi minha festa da virada. Que milagrosamente acabou numa cama quentinha,
com meus sete travesseiros e meu edredom maravilhoso. Feliz Ano Novo!
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