Estava lembrando de alguns ex-namorados. E como sabe não são
muitos, já que nós mulheres nos permitimos apenas a regra dos três, quando o
assunto é relação à dois. E não me refiro a matemática da coisa, apenas ao
resultado final onde 1 é 1; 2 são 2; 3 são 3; 4 são 3; 5 continua sendo 3 e
assim sucessivamente rs. Enfim, voltando ao ‘estava a lembrar’, o título da
postagem foi uma declaração de amor que um antigo namorado me fez. Engraçado é
que ele não foi o único a dizer algo semelhante pra mim. Será que tenho dom de
atrair gente boba? Ou seria eu a responsável em causar a bobeira alheia? Que
isso não vire uma enquete em que o público alvo seja meus ex.
sábado, 31 de dezembro de 2011
A segunda vez que te conheci
Tanta gente passa por nossas vidas sem que percebamos, mas
você eu tinha que ter percebido, né! 10 ou 13 anos se passaram, nem sei mais.
Era tão menina na época, e você, bem, você continuava o louco inconsequente de
sempre. Teus olhos azuis nunca me enganaram. Eles podem ter me seduzido, mas
enganado baby, jamais! Dissestes uma vez que eu tinha um efeito mais forte que
qualquer outra droga, que nem de longe causara tanta dependência assim. Mas é
você, você que age como cocaína dentro de mim, essa maldita droga que tanto
repúdio. Tenho medo desse efeito, das consequências que está ou me livrar de
você podem causar, especialmente em mim. Quando estou com você, nem sempre
quero estar com você. Sei do peso desse pecado, sei do preço caro que posso
pagar. Peço a Deus que não me julgue por minha loucura. Que me perdoe pelo que
já fiz, e não me permita fazer de novo. Quero correr, fugir, me esconder do
abismo de um prazer obscuro. Preciso respirar, apenas respirar. Paz volte a
ficar comigo. Prometo ser uma boa amiga dessa vez...
Pérfido
É incrível como existem coisas que insistem em fazer
parte da minha vida. Às vezes ainda consigo olhar para o futuro e me ver presa
ao passado. Como isso acontece? Fácil! Deixo a porta aberta para os fantasmas
entrarem. Não consigo fechar essa portar, virar ou arrancar a página, ou seja
lá qual for o adjetivo certo pra isso. É estranho. A ansiedade às vezes me
sufoca, me assusta, e quando a realidade de não saber pelo que se espera vem à
tona, percebo quão frágil sou. Me vejo sozinha em uma tempestade que parece não
ter fim. O que aconteceu comigo, em que momento da vida me deixei enganar, me
deixei ser levada por suas mentiras sujas, por seu falso caráter. Estaria eu
vivendo um sexto sentido da vida, em que a realidade do que acreditava ser
verdade mudou todo o contexto do filme no final.
Queria acordar e perceber que esses três estranhos anos de
sofrimento, que de certa forma me fizeram prisioneira a você, na verdade não
passaram de uma noite mal dormida seguida de alguns terríveis pesadelos. Sua linda
continua bela, mas seu coração já não bate como antigamente. (queria postar isso ainda no ano velho, para que esses sentimentos fiquem apenas no passado)
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Ainda dói...
Queria terminar a tarde desta última sexta-feira de 2011 com uma linda poesia de Miguel Falabella que se chama SAUDADE.
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania
de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;
Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...
Mais 12 meses comigo!
Nossa, última sexta-feira do ano e eu aqui em frente a esse computador martelando sobre como vai ser, como vou ficar, como vou sobreviver a mim por mais 12 meses. Ando muita ansiosa, angustiada, aflita ou tudo isso que se resume a uma única sensação: PÂNICOOOOOO! É horrível planejar o desconhecido, criar expectativas imaginárias. Acho que resumiria as minhas expectativas sentimentais a uma aposta na Mega-Sena. Você sabe que ela existe, mas as probabilidades de se tonar milionária por meio dela já são outros 500!
Então tá!
Ontem, meu caso complicado me ligou à noite. Ainda não falei sobre ele, que prefiro deixar isso pra mais tarde... Espero ter que comentar apenas o que já rolou, e não mais o que ainda possa acontecer. Pois tenho lutado contra isso. Não o amo, apenas sou "diabolicamente", nossa é horrível essa palavra, mas não consegui pensar em outra que tivesse um efeito tão obscuro quando o assunto é essa atração que me liga a ele. Ele está viajando, e das diversas outras vezes que me ligou eu disse que não me ligasse mais, claro que sempre tive aquela confortável sensação de tranquilidade em me desfazer dele, já que sempre tive a certeza que de certa forma isso o atrai ainda mais. Parece que quando mais o rejeito, mais irresistível fico pra ele. Ok, disse que não falaria dele agora, e não vou falar. Ontem eu disse mais uma vez que ele aproveitasse a distancia pra se acostumar com a ideia que ficaremos assim, mesmo quando de volta estiver. Ele então disse: é isso que você quer? Eu: sim! Ele: então tá. Uau, então tá? Era só isso? Então tá, então...
Difícil hein!
Olha, bateu uma raiva agora. Fui eu, sem ter o que fazer, xeretar meu passado. Na verdade bisbilhotar o que nunca foi meu. De repente, não mais que de repente é difícil manter escondida, trancada, esquecida e calada a menina má dentro de mim!
As primeiras linhas de nós dois...
Uau, primeira postagem. Depois de alguns blogs esquecidos, perdidos no tempo, estou de volta. Tenho tanta coisa pra dizer, tantas novidades, alguns sorrisos, muitas lágrimas... Mas estou viva e respirando, sobrevivendo com alguns arranhões, mas e daí. Estou viva e isso é que importa!
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