sábado, 14 de abril de 2012

Nunca grite alto de felicidade, pois a tristeza tem sono leve!


Amor, porque não vens me salvar dessa triste solidão, que ficou comigo quando você bateu a porta e não mais voltou? Nem a presença dos anjos é capaz de me fazer sorrir outra vez. Em que momento deixei a felicidade ir embora? O que teria dito eu para lhe causar tamanha desilusão a ponto de não querer voltar nunca mais?  Ah tristeza, não percebe que você me deixa indefesa? Você me fez ficar mais doce, é verdade, e até mais amável ao enxergar a doença do mundo. Entretanto, sinto-me mal. Excessos dentro de mim. Amor, amor, amor... Quanta injustiça não acha? Sentimento tão nobre para não ser compartilhado, você não acha? Porque me queres só para ti? Porque me privas de um amor compartilhado? Onde estará meu Romeu? Matastes ele antes mesmo de me conhecer? E porque me mantem viva? Porque me queres tão solitária? Seriam meus tristes sonetos que te alimentam? Nem sabes tu da minha capacidade de escrever coisas belas quando estou amando. Quando sou amada... Por favor, dei-me uma chance de lhe mostrar como meu amor seria descrito tão belamente se a solidão não protagonizasse a história da minha vida.

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