sábado, 31 de dezembro de 2011

A segunda vez que te conheci


Tanta gente passa por nossas vidas sem que percebamos, mas você eu tinha que ter percebido, né! 10 ou 13 anos se passaram, nem sei mais. Era tão menina na época, e você, bem, você continuava o louco inconsequente de sempre. Teus olhos azuis nunca me enganaram. Eles podem ter me seduzido, mas enganado baby, jamais! Dissestes uma vez que eu tinha um efeito mais forte que qualquer outra droga, que nem de longe causara tanta dependência assim. Mas é você, você que age como cocaína dentro de mim, essa maldita droga que tanto repúdio. Tenho medo desse efeito, das consequências que está ou me livrar de você podem causar, especialmente em mim. Quando estou com você, nem sempre quero estar com você. Sei do peso desse pecado, sei do preço caro que posso pagar. Peço a Deus que não me julgue por minha loucura. Que me perdoe pelo que já fiz, e não me permita fazer de novo. Quero correr, fugir, me esconder do abismo de um prazer obscuro. Preciso respirar, apenas respirar. Paz volte a ficar comigo. Prometo ser uma boa amiga dessa vez...

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