segunda-feira, 15 de abril de 2013
Soluços da madrugada
É tarde. Ouço latidos na rua. Tanto tempo se vir aqui, que esperava ter novidades pra contar. Lamento decepcionar, mas uma roda gigante velha e enferrujada no parque mais esquecido da cidade parece ter mais o que contar. Espero a quarta-feira chegar. Milagres Podem acontecer neste dia. Hoje ainda é segunda. Preciso apenas ter fé. Sobre os soluços da madrugada. Ah, hoje eles estão de folga. Numa praia deserta, onde o sol escaldante fez secar todas as lágrimas que, porventura, foram trazidas daquele cidade. Espero, espero mesmo, que nenhum (a) louco/a esteja a ler isso. Palavras soltas de uma mente louca, especialmente de sono. Boa noite planeta.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Sou imatura, egocêntrica e debilmente iludida por uma auto-estima analgésica de efeito rebote. E dane-se. Um dia o meu amor verdadeiro chegará e será diferente de tudo isso e nós vamos chorar de emoção por ter valido a pena não sangrar até a morte nos insistentes e rotineiros momentos de angústia e nada e vazio e solidão e inconformismo.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
"Primeiro
mandamento de uma Impulsiva: deixe-se levar. Não pense, faça. As consequências virão e
você sabe disso, mas responda às tentações à altura. Mulheres que possuem
atitude, e tem consciência do que fazem - mesmo que errado - não são ingênuas,
são impulsivas. E nós impulsivas, morremos de qualquer coisa, menos
vontade."
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Eu sei que nós saímos duas ou três vezes, mas é o que as pessoas costumam fazer quando estão procurando alguém pra se enroscar. Dois ou três encontros não querem dizer nada, não comprometem ninguém, a não ser que você more na Arábia Saudita ou coisa assim. A boa notícia (ou má, ainda não sei) é que moramos numa metrópole, cheia de gente diferente indo e vindo, ofertas, escolhas, opções, ninguém mais permanece com alguém se não for por amor, ou sei lá, por algo mais. Algo que não aconteceu pra nós, poxa.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Quer? Então pega. Pega por inteiro. Minha parte boa, minha parte chata, minha parte cinza-chumbo (…) Não queira só um lado ou só algumas partes. Se quer, queira tudo. Completa e complicada. Simples e confusa. Dramática e exagerada. Não gosto de partes, gosto da coisa inteira. Metades não me agradam. Não me atraem. Não me satisfazem. Se eu te quero, quero 100% inteirinho. Com teu lado cretino e bonzinho. Com teu jeito arrogante e descontrolado. Tua doçura e acidez. Não me vem com mais ou menos. Nem vem. Comigo é tudo ou nada.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Todos temos um fardo a suportar e este é obviamente o meu:
Solidão e traição.
Tudo o que sou está guardado a cadeado cá dentro, com medo da dor…. e mesmo sem terem a chave, pensam que sabem. Ingênuos que me tomam como uma criança… Vêem em mim um mundo de caprichos e obstinação…. parece que não vêem nada então. O mundo fartou-se de mim logo depois de eu me fartar dele.
Estou mas é como se não estivesse, e se não estivesse ninguém dava pela minha falta.
Vou mas é como se ficasse…caminho mas é como se parasse…
Ouço, mas não absorvo…vejo mas nem dou conta…
Se me perguntam como estou não sei responder…
Se me perguntam onde quero ir não sei dizer…
Só restou a mágoa…a mágoa de ainda me poderem magoar, a mágoa de me sentir magoada pelo passado e pelo presente de não sentir…
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Talvez sejam os
analíticos e críticos pensamentos de um bom vivant que não está sabendo viver a
vida nesse sórdido mundo, ou talvez o mundo não esteja sabendo tirar o melhor
de mim, pois o melhor eu tenho, mas ainda está em mim, somente em mim. Não sei
se a culpa é minha ou se a culpa é do mundo, que parece me ignorar tratando-me
como um reles vagabundo.
sábado, 11 de agosto de 2012
Entre todas as coisas...
Eu Não Posso Deixar Você Ir Embora....
Não importa muito se foi ferimento talhado a estilete ou se foi uma acidez latente que tomou conta do seu estômago de repente. Você nunca soube muito bem que sabor tinha aquele tal adeus. Até perder a chance de proclamar uma despedida digna de finais de ciclos. Você não teve nem a chance de se ferir sozinho da melhor forma possível. É que adeus tem gosto de pólvora fresca, pronta para explodir quando alguém aperta o gatilho bem na sua direção. Agora você já sabe o sabor de um adeus.
Deixemos a dor de lado por um tempo. Eu sei que você deve ter desanimado e que seria clichê não admitir que você passou a fechar mais as portas e a girar mais maçanetas. A porta do seu quarto ganhou um aviso diferente. “Perturbe”. Você quer qualquer coisa que faça barulho e adentre o seu espaço sem bater duas vezes. Pra dizer a verdade, todos nós queríamos mesmo é que aquele amor perdido escancarasse todas as nossas portas e janelas e corações e a gente nem ia tentar conter as lágrimas. Nem homens, nem mulheres. Ninguém se salva da esperança lenta que cisma em dizer: o que você ouviu foi um até logo. Logo mais o amor volta. Eu sei que não volta. Se você ainda tiver dúvidas, pare de me ler neste exato momento. Eu não posso deixar você ir embora. Por mil motivos e por mais nenhum...
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